O tratamento de carboxiterapia ou terapia com gás carbônico, chegou ao Brasil no início do século e foi direcionada para a área estética, para tratar gordura localizada, celulite, flacidez, estrias, sequelas de acne e cicatrizes.
Atualmente também é utilizada como coadjuvante no tratamento de úlceras, pós operatórios, alopecias, psoríase, telangectasias, olheiras e sequelas de queimadura.
A técnica consiste na aplicação subcutânea do gás carbônico tendo como objetivo uma vasodilatação periférica e melhora da oxigenação tecidual.
O gás carbônico é um gás atóxico, não embólico, administrado na forma medicinal com 99,5% de pureza. Esse gás é 20 vezes mais solúvel que o oxigênio, e, portanto, o aumento de volume local que ocorre após ele ser injetado é rapidamente absorvido e eliminado, ficando apenas o efeito vasodilatador que promove os benefícios locais.
Os resultados são impressionantes!!
Como o método apresenta uma eficácia extremamente satisfatória as pacientes, acaba sendo utilizado em alguns casos de forma indiscrimanda e incorreta. Fique atento as contra-indicações, a carboxiterapia não deve ser aplicada nos seguintes casos:
-Infarto agudo do miocárdio;
-Angina;
-Insuficiência cardíaca;
-Epilepsia;
-Útero gravídico;
-Atopia (asma brônquica, rinite em processo alérgico, dermatite, conjuntivite e alergias alimentares);
-Alergias, pruridos e urticárias;
-Lúpus;
-Herpes simples e Herpes Zoster;
-Neoplasias locais.
O paciente deve ser totalmente informado com relação ao procedimento que vai se submeter antes de ser realizado.
Dica Fit: Procure um local de confiança para realizar seu tratamento, todo material é descartável. O tratamento possui um grau de desconforto (dor), portanto, antes de submeter-se , realize um teste para verificar sua tolerância.

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